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Provar que o toque das agulhas é capaz de excitar as células nervosas da pele, atingir o Sistema Nervoso Central (SNC) e estimular o cérebro a produzir analgésicos e antiinflamatórios naturais foi fácil. Afinal, o principio é muito semelhante ao da massagem (com agulhadas no lugar do vaivém das mãos) e favorece a liberação de substâncias capazes de aliviar as tensões musculares, as dores e de promover o bem-estar geral. Basta uma sessão de acupuntura, aliás, para atestar esse benefício na prática.

O problema foi convencer pacientes e médicos, especialmente os do Ocidente, de que a técnica nascida há 5 mil anos na China era capaz de fazer muito mais pela saúde: reduzir a pressão arterial, equilibr os níveis de glicemia, afastar crises de asma, controlar os sintomas da esquizofrenia, dar uma forcinha para a memória e até conter a ejaculação precoce. Não é à toa.

A medicina chinesa enxerga o corpo de uma forma muito diferente dos ocidentais. Imagine o organismo humano como um televisor: enquanto o ocidente se especializou na manutenção do aparelho e na substituição de peças avariadas, os orientais sempre olharam com atenção a energia que move o mecanismo. Para eles, corrente regulada significa aparelho funcionando bem. Já uma rede com níveis baixos ou elevados de energia fazem o aparelho funcionar mal.

Deste lado do hemisfério, os males são associados a vírus, bactérias, proliferação de células doentes e os tratamentos costumam ser pontuais e cada vez mais específicos. Enquanto que para os orientais, as doenças são desencadeadas por um desequilíbrio enertgético, a acupuntura atuaria em pontos certos do corpo para desbloquear o fluxo de energia e manter o organismo funcionando em harmonia. Filosofias e princípios à parte, na tentativa de traduzir a teoria da energia vital para uma explicação menos mística e mais fisiológica e científica, o Ocidente passou a financiar pesquisas para comprovar a eficácia da técnica e, finalmente, descobriu e aceitou seu poder terapêutico.

Embora este número seja muito maior, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lista 41 doenças que apresentaram excelentes resultados com o tratamento de acupuntura. Veja a seguir quais são elas:

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Todos os dias, estamos sujeitos a desenvolver uma infinidade de emoções diferentes, conforme os acontecimentos e as situações vividas. As emoções podem ter um papel fundamental nos relacionamentos, na saúde e na qualidade de vida e, por isso, é importante aprendermos a conhecê-las e a trabalhar com elas.

Dificilmente nos perguntamos o que realmente sentimos antes de tomarmos certas atitudes. Isso ocorre porque as emoções funcionam como um turbilhão, e nem sempre temos tempo ou habilidade paracompreender o que está se passando dentro de nós. Mas conhecer as próprias emoções pode evitar muitos conflitos.

Todas as emoções vêm acompanhadas por reações fisiológicas. Quando sentimos medo ou raiva, a carga de adrenalina aumenta e faz com que nosso coração dispare e o corpo entre em estado de alerta. Quando estamos felizes, nosso corpo produz mais endorfinas, que resultam em sensação de bem-estar.

As emoções costumam ser classificadas como positivas ou negativas. As negativas recebem essa denominação por causa do tipo de sensação que despertam, sem que isso signifique que sejam necessariamente prejudiciais.

O primeiro grupo refere-se às emoções que despertam experiências agradáveis e prazerosas, como o amor, a alegria e a felicidade. No outro, estão aquelas que despertam sensações desagradáveis e que podem atrapalhar a comunicação e o entendimento entre as pessoas se não forem compreendidas. As mais importantes são a raiva, a tristeza, a ansiedade e o medo. Vejamos em que consiste cada uma delas:

Ansiedade: é uma sensação ou sentimento que costuma estar ligado a momentos de preocupação e apreensão. Geralmente, ela aparece quando devemos tomar decisões ou esperar por acontecimentos importantes. É semelhante ao medo, mas, ao contrário deste, não necessita de problemas reais para estar presente. Pode ser desencadeada por dificuldades subjetivas, que às vezes não conseguimos identificar, e existir em pequenos níveis; mas, em demasia, acaba resultando em uma excitação excessiva do sistema nervoso central e desencadeando uma série de sintomas físicos (como taquicardia, sudorese, sintomas gastrintestinais e irritabilidade).

Medo: sentimento que surge quando estamos diante de um perigo ou ameaça real a nossa integridade física ou psicológica. É uma emoção essencial, já que possui uma função protetora, pois prepara o corpo para enfrentar ou se esquivar do perigo.

 

Tristeza: emoção ligada à perda de alguém ou algo importante, ao abandono e ao sofrimento. Geralmente, resulta em abatimento físico, desânimo e falta de vontade. Ela é importante porque nos permite superar as perdas e as expectativas frustradas e encontrar novas formas de recomeçar.

Raiva: geralmente, aparece quando nos sentimos frustrados, injustiçados ou agredidos. É uma emoção que também possui um lado positivo, pois nos faz tomar atitudes e provocar mudanças.

Todos podemos ter emoções negativas e positivas dentro de nós, sem que isso seja considerado errado ou problemático. A vida humana é complexa e dinâmica e, por isso, é possível oscilar entre as sensações positivas e negativas ao longo do dia. A influência negativa das emoções pode ocorrer se não desenvolvermos a capacidade de compreendê-las e, conseqüentemente, controlá-las e dirigi-las para fins positivos.

Aprender a identificar as próprias emoções e perceber como elas influenciam nossa conduta é uma maneira de conhecer a si mesmo. Quando identificamos o que sentimos, podemos perceber mais facilmente os sentimentos dos outros e, assim, aumentar a tolerância, facilitar a comunicação e evitar desentendimentos.

Expressar o que sentimos também é um aprendizado diário. Nem sempre, por exemplo, dirigimos nossa raiva para as situações que a desencadearam e, sim, para as pessoas que estão a nossa volta. Esse tipo de confusão impede que transformemos nossas emoções em força produtiva, motivação e estímulo para mudar as situações.

O frio está chegando e, com ele, aquela vontade de comer fora de hora. Você já reparou que sentimos mais fome no inverno? E você já se preocupou em saber por que isso acontece?

 

Ocorre o seguinte: com a queda da temperatura externa, nosso corpo tende a diminuir sua temperatura interna. Para funcionar perfeitamente, nosso organismo precisa estar com aproximadamente 36,9ºC. Uma das funções dos alimentos é fornecer energia ao corpo para que ele mantenha essa temperatura. Como no inverno está mais frio, precisamos de mais energia para manter o corpo aquecido; portanto, comemos mais. E os alimentos que costumamos ingerir no inverno normalmente têm grande quantidade de calorias, como sopa, fondue, feijoada, chocolate quente, etc.

 

Além disso, reduzimos nossa atividade física por causa do frio, pois sentimos preguiça de fazer exercícios, o que pode resultar em aumento de peso.

 

Mas é possível driblar essas tentações. Veja as dicas abaixo e saiba como se alimentar corretamente neste inverno:

  • Não deixe de praticar as atividades físicas a que você está habituado. Você pode caminhar ao ar livre, andar na esteira ou passear com seu animal de estimação.
  • Escolha alimentos menos gordurosos: prefira o fondue de carne ao de queijo; se for tomar uma sopa, entre aquelas que são feitas à base de carne e as cremosas, fique com a primeira opção.
  • Você pode trocar o chocolate quente por chá, utilizando sempre os adoçantes artificiais.
  • Deixe a feijoada para de vez em quando e não abuse de complementos muito calóricos, como bacon ou torresmo frito.
  • Se for a uma festa de queijos e vinhos, prefira o vinho branco ao tinto e opte pelos queijos mais claros — os mais amarelados normalmente são mais gordurosos.
  • Embora saladas e frutas pareçam muito refrescantes para esta época, não deixe de consumi-las diariamente. Esses alimentos são grandes fontes de fibras, minerais e vitaminas. Procure ingerir pelo menos três porções de frutas e quatro de verduras e/ou legumes por dia.
  • Esta dica é importantíssima: não se esqueça de hidratar-se! Tome pelo menos 2 litros de água por dia. Embora a transpiração diminua no inverno, nossas necessidades hídricas continuam sendo as mesmas.

Se você optar por alimentos mais saudáveis, não ganhará peso em excesso no inverno e, quando  o verão chegar, seu corpo continuará em forma e saudável.

Muitas vezes nos perguntamos: como nosso organismo funciona? Qual é o mecanismo que nos faz emagrecer ou engordar?

 

Nosso corpo trabalha como um carro: para que ambos funcionem, é necessário combustível, e o combustível para o corpo é a energia que vem dos alimentos que consumimos todos os dias. Essa energia é usada para que o coração bata, para respirarmos, fazermos a digestão, enfim, para o funcionamento de todas as funções fisiológicas do organismo, e também para brincarmos, praticarmos esportes, estudarmos, caminharmos, etc. Cada pessoa precisa de certa quantidade de energia para suprir estas necessidades. Se comermos a mesma quantidade de calorias que gastamos, nosso peso se mantém, porém, se consumirmos mais do que gastamos, nosso corpo armazena esse excesso sob a forma de gordura, para nos fornecer energia quando for necessário. Se não gastarmos essa reserva, vamos acumulando, acumulando e acabamos engordando. Muitas vezes, o excesso de calorias vem de alimentos poucos nutritivos e muito calóricos que fazem parte do nosso dia-a-dia, como refrigerantes, sanduíches, chocolates, doces, salgadinhos industrializados, macarrão instantâneo, biscoitos recheados, maionese, frituras, etc.

 

Uma das maneiras de se gastar o que já foi guardado sob forma de gordura é fazer algum tipo de atividade física, como caminhada e esportes (futebol, vôlei, tênis, basquete, corrida, etc). Ficar muito tempo em frente à TV ou ao computador nos faz economizar calorias e, com isso, acabamos engordando. É interessante fazer um tipo de atividade física diariamente.

 

 

A mudança de alguns hábitos alimentares colabora para a manutenção da saúde e também para não ganharmos excesso de peso. Uma alimentação equilibrada tem de se constituir, diariamente, de alguns grupos alimentares, como mostra a pirâmide dos alimentos:

 

-          Na base da pirâmide, está o grupo dos grãos e cereais, que são os alimentos que  devem ser consumidos em maior quantidade, pois são as grandes fontes de energia. Nesse grupo, estão o arroz, o macarrão, pães, massas e demais cereais (milho, aveia, centeio, trigo, etc.). Devemos comer de 6 a 11 porções por dia.

 

-          No segundo andar, estão os grupos das frutas e dos vegetais. Esses alimentos têm como  função regular nosso metabolismo. É recomendado o consumo de 2 a 4 porções de frutas por dia (podem ser servidas na forma de suco) e de 3 a 5 porções diárias de vegetais (cenoura, tomate, alface, brócolis, espinafre, abobrinha, couve, etc.).

-           No terceiro andar da pirâmide, encontra-se o grupo do leite e derivados, que são fontes de proteína, e também o grupo das carnes, ovos, leguminosas secas (feijão, ervilha, lentilha, grão-de-bico), nozes e castanhas. Devem ser consumidas 2 ou 3 porções desses alimentos, diariamente.

-          No topo da pirâmide, encontramos o grupo dos óleos, gorduras e doces. Esses alimentos devem estar presentes em pequena quantidade em nossa dieta, pois são os mais calóricos e os que fornecem menor qualidade nutricional. Devemos consumi-los apenas para auxiliar o preparo de receitas dos outros grupos, mas com moderação. Não se deve nunca substituir uma refeição por doces, refrigerante ou salgadinhos.

 

Apesar de a água não estar presente na figura da pirâmide, devemos tomar de 2 a 3 litros dessa substância por dia. Esse é um alimento que não fornece calorias e é imprescindível para a saúde, pois hidrata o organismo e transporta grande parte dos nutrientes.

 

Com base nessas informações, você já consegue selecionar melhor os alimentos que está consumindo e, assim, melhorar a qualidade de sua alimentação. Ainda com dúvidas? Nada melhor do que consultar um bom nutricionista, profissional que poderá analisar seus hábitos alimentares e aparar as arestas que forem necessárias para que você tire o máximo de proveito dos alimentos que consome diariamente.

Quantas vezes nos olhamos no espelho e percebemos algumas ondulações na pele que tiram nosso sono? Elas são a famigerada celulite, que acomete a maioria das mulheres: cerca de 95%, independentemente da idade. Ainda não há cura para a celulite, mas já existe uma série de tratamentos estéticos para melhorar a aparência dela. O ideal é conhecer alguns fatores desencadeantes desse processo e, assim, evitar que o quadro piore.

A celulite é uma doença também conhecida como lipodistrofia ginóide. É um quadro inflamatório do tecido celular subcutâneo, ou seja, que atinge a gordura que se localiza logo abaixo da pele, principalmente nas coxas e no bumbum. A principal característica dela é a aparência da pele, que apresenta ondulações e, conforme o grau do problema, pode ficar como uma casca de laranja.

Mas você sabe o que faz aparecer a celulite? Vários fatores são responsáveis e quase todos eles estão ligados ao estilo de vida que a pessoa tem. Entre eles, estão: hereditariedade, ou seja, predisposição genética; alterações hormonais (principalmente dos níveis de estrógeno) e circulatórias; alimentação deficiente; fumo; sedentarismo; uso de pílulas anticoncepcionais e tratamentos de reposição hormonal. A alimentação também tem um papel muito importante na ocorrência desse problema: o consumo exagerado de doces e gorduras (em forma de frituras, salgadinhos industrializados, excesso de óleo vegetal nas preparações, maionese, etc.) favorece o acúmulo de gordura subcutânea e, com isso, o aparecimento da celulite.

Para tratá-la, podem ser feitas intervenções nutricionais para diminuir a gordura corporal e, com isso, melhorar a aparência da pele. Entre essas medidas, está consumir diariamente fibras alimentares, que encontramos nos produtos integrais (arroz, pães, biscoitos, cereais matinais), frutas (preferencialmente com casca) e verduras e legumes crus e beber no mínimo 3 litros de água por dia.

Dúvidas sempre surgem quando nos referimos ao aparecimento e tratamento da celulite. A seguir, você encontra algumas das mais freqüentes e também a resposta a essas questões.

  • Refrigerante causa celulite? — Não é o refrigerante em si que causa esse problema, mas o fato de que ele contribui para o acúmulo de gordura no corpo por apresentar excesso de calorias.
  • Consumir muito sal piora o quadro? — Isso pode acontecer, sim, por causa da retenção hídrica que o sal provoca.
  • E usar calça muito justa? — Esse hábito pode ajudar a piorar o problema, pois prejudica a circulação nos locais onde a calça fica mais apertada, como bumbum e coxas.
  • Homens podem ter celulite? — Sim; embora não seja tão comum, eles também podem ser acometidos por esse problema, dependendo da quantidade de gordura subcutânea que possuem.
  • Tomar cerveja ou outro tipo de bebida alcoólica piora o quadro? — Sim, e muito. No organismo, o álcool se transforma em gordura e, assim, aumenta o peso corporal e a quantidade de gordura subcutânea.
  • E o cigarro? — A nicotina e o alcatrão presentes no cigarro provocam um engrossamento das paredes das artérias e veias, o que dificulta a circulação sangüínea, piorando a celulite.

Para amenizar esse problema, pode-se fazer as seguintes modificações na alimentação e estilo de vida:

  • Tomar muita água: de 8 a 10 copos por dia;
  • Consumir alimentos ricos em fibras, como arroz integral, cereal matinal do tipo granola, frutas e verduras cruas;
  • Diminuir a quantidade de sal nas preparações e evitar comer em demasia alimentos pré-preparados, como sopas prontas, caldos concentrados e salgadinhos industrializados (por causa do excesso de sódio);
  • Retirar a gordura aparente das carnes antes de consumi-las;
  • Diminuir o uso de óleos e gorduras (margarina, manteiga, creme de leite, etc.) nas preparações;
  • Fazer atividade física diária, como caminhadas ou exercícios em academia, por pelo menos 45 minutos.

Procurando adotar algumas atitudes mais saudáveis, tanto na alimentação como no estilo de vida, conseguimos melhorar a aparência da celulite e até mesmo evitar que ela apareça. Se ela já apareceu, as dicas de alimentação e exercícios continuam valendo, mas existe necessidade de agregar outros auxiliares para acabar com o problema. A Acupuntura Estética vem apresentando excelentes resultados na diminuição da famigerada dupla celulite+gordura localizada!

 

Utilizar as cores na harmonização do corpo e no tratamento de desequilíbrios é magia ou ciência?

Isto é fácil de responder, basta lembrar que as células do nosso corpo se comunicam através da luz, sendo cientificamente comprovado que elas emitem e captam luz. Bom, se as células se comunicam, emitem e captam luz, logo podem ser estimulada por ela e, conseqüentemente, pelas cores!

Aceitando o fato de que nosso organismo pode ser estimulado pelas cores, vem a pergunta: como funciona a Colorpuntura?

Sabemos que a luz é uma onda eletromagnética e que as cores são comprimentos de ondas diferentes. O pesquisador Dr. Yoshio Nakatani demonstrou em suas pesquisas que os pontos de acupuntura são áreas eletropermeáveis, ou seja, que se deixam penetrar por ondas eletromagnéticas e suscetíveis a estímulos elétricos. Então, se a luz e as cores são ondas eletromagnéticas e os pontos dos meridianos de acupuntura são suscetíveis a serem estimulados pela eletricidade, as cores podem estimular estes pontos.

A grande vantagem da Colorpuntura é ser um método de eficácia semelhante e, algumas vezes, superior ao tratamento realizado com agulhas, mas absolutamente não invasivo e indolor.

O Significado das Cores – O que podemos tratar com a Colorpuntura?

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*Reiki*

De origem etimológica japonesa, a palavra Reiki significa energia vital universal, sendo Rei a parte espiritual, essência energética cósmica divina, que está em todos os lugares e Ki a energia individual que está em todos os seres vivos. O Reiki é o encontro destas duas energias. Trata-se de uma antiga arte de cura pela imposição das mãos, que foi redescoberta no século XIX pelo Dr. Mikao Usui, um monge cristão de origem japonesa. A tradição reiki, porém, já era mencionada pelos antigos sutras indianos há mais de 2.500 anos.

Trata-se de uma técnica bastante simples, acessível a qualquer pessoa, sem rituais, dogmas ou conceitos filosóficos, não dependendo de qualquer tipo de crença ou concepção religiosa para promover melhora e bem-estar. É considerado como terapia alternativa pela OMS (Organização Mundial da Saúde), e pode se juntar à medicina alopática, homeopatia, antroposofia, medicina chinesa, ayurvédica, ou ainda a terapias como florais, acupuntura, do-in, yoga, massagem, cromoterapia etc., ampliando os efeitos positivos destas técnicas sem efeitos colaterais ou indesejados.

O reiki é aplicado sem ou com toques suaves pelo corpo em pontos energéticos, desfazendo nós, promovendo relaxamento e ativando o sistema imunológico. Um dos maiores benefícios do Reiki é a possibilidade de auto-tratamento. É simplicidade. Mas não é placebo, nem efeito psicológico, nem fé que cura as pessoas, pois também funciona em animais e plantas, e um dos principais efeitos da energia Reiki é a melhora na conexão entre corpo, espírito e alma, sentimento e razão, consciente e inconsciente. Continuar a ler »

Estímulo pelas agulhas promove liberação de substâncias como a endorfina e a serotonina, que causam a sensação de bem-estar

SÃO PAULO – Pesquisa realizada pela ISMA (International Stress Management Association) revela que 70% dos brasileiros sofrem de estresse. Dentre essas pessoas, 30% são vítimas da Síndrome do Burnout, que pode acarretar problemas como depressão e cansaço físico e mental.
A boa notícia é que existe um meio de tratar essa síndrome sem remédios fortes e caros: a acupuntura, que vem se mostrando altamente eficaz para combater a doença. O estímulo pelas agulhas promove, por exemplo, a liberação de substâncias como a endorfina, a serotonina, a dopamina e a encefalina, que causam a sensação de bem-estar, segundo informações da Associação Brasileira de Acupuntura do Rio de Janeiro.
Já a prevenção pode ser feita por meio da identificação dos grupos de risco e do trabalho em equipe multiprofissional, modificando a forma como as pessoas encaram o trabalho e fazendo com que elas lidem de outra forma com a impotência frente à ansiedade e a impossibilidade de mudança de emprego ou carreira, de status funcional ou de departamento, por exemplo.
Síndrome do Burnout
A Síndrome de Burnout é muito mais do que um simples estresse. O termo, em inglês, significa “acabar-se em chamas”, explica a médica psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP, Alexandrina Meleiro. “É um desgaste causado pelo trabalho. Causa profundo sentimento de exaustão, frustração e raiva”.
E essa sensação pessimista, que acarreta a perda de interesse pelas atividades profissionais, acaba dominando todas as áreas da vida da pessoa, gradativamente. “Normalmente, acomete pessoas que, no início do trabalho, se entusiasmam bastante, dão o seu melhor, mas, com o tempo, percebem que seu esforço não é recompensado. Para as empresas, o Burnout é ótimo, pois significa que o funcionário se dedicou ao limite”, analisa.
“Algumas profissões registram muitos casos do Burnout, como operador de telemarketing, médico, professor, policial, jornalista e bancário. A saúde dos funcionários está atrelada ao trabalho conduzido pelos líderes, principalmente na hora de cobrar resultados”.
Os sintomas principais são gastrite, dor de cabeça, falta de ar, dores nas costas e/ou nas articulações, hipertensão, taquicardia, alergias, cansaço anormal, sonolência diurna, insônia e falta de concentração no trabalho.
Etapas
De acordo com a psiquiatra, quem desenvolve a síndrome pode passar por cinco fases. A primeira é marcada por muito entusiasmo, parece que o trabalho preenche todas as necessidades e desejos da pessoa. A segunda, ao contrário, é de boa dose de realismo. A essa altura, o profissional já sente o reconhecimento escasso por parte dos gestores e passa a questionar a própria competência.
A terceira é de estagnação, na qual a pessoa trabalha de forma mecânica. “Ela pode até continuar eficiente, mas realiza as tarefas sem vontade alguma e, às vezes, chega muito atrasada, porque não tem vontade de ir ao trabalho”. Já a quarta é de apatia. Trata-se do Burnout propriamente dito. “É um período de depressão, em que se pensa muito em pedir demissão”.
Segundo Alexandrina, apenas 30% das pessoas chegam à quinta fase da síndrome. Sem mudar de emprego, elas protagonizam um ‘ressurgimento’, é o fenômeno Fênix. “O profissional renasce das cinzas, passa a encontrar felicidade em outras facetas da vida, que não o trabalho, encontra uma forma de se motivar, diminui a expectativa quanto à profissão e, consequentemente, reduz a frustração”.

(extraído de http://dinheiro.br.msn.com/financaspessoais/noticia.aspx?cp-documentid=6941552)

A utilização das plantas medicinais é uma das mais antigas armas empregadas para o tratamento das enfermidades humanas e muito já se conhece a respeito de seu uso por parte da sabedoria popular. Muitas vezes, o princípio ativo de uma planta simples e facilmente encontrada no nosso dia-a-dia é extraído em laboratório e transformado em um remédio caríssimo e muito eficaz, simplesmente porque é extraído e aplicado da maneira certa.

Isso mesmo: existe uma maneira certa de se preparar chás, bem como de se consumi-los, que se altera de acordo com a parte da planta que é utilizada. A seguir, uma rápida orientação sobre temperatura da água, cozimento (ou não) da erva… A quantidade em cada caso sempre vai variar de pessoa a pessoa, e deve ser prescrita pelo seu médico ou fitoterapeuta, lembrando que os melhores recipientes para o preparo de qualquer chá são os de louça, porcelana, vidro e aço inox, e nunca os de plástico, que podem liberar substâncias tóxicas com a ação do calor.

Flores e folhas
Frescas ou secas, são tenras e macias, caso da camomila, calêndula, quebra-pedra, abacateiro, erva baleeira e outras. Por isso, seus princípios ativos são extraídos com a simples infusão em água quente – do contrário, estes mesmos princípios ativos se perdem se flores e folhas forem submetidas a processo de fervura ou infusão em água demasiado quente. Coloque a água para ferver, mas antes de surgirem as primeiras bolhas, apague o fogo. Jogue esta água por cima da erva, abafe por alguns minutos (entre 5 e 15) e coe.

Cascas e raízes
Duras, resistentes, necessitam ser fervidas para liberarem seus princípios ativos, e o tempo vai variar conforme a dureza da casca ou da raiz – em média, 15 minutos. É o caso do gengibre, unha-de-gato, garra-do-diabo, canela em pau e outras. Outra variável quando utilizamos cascas e raízes é o momento em que elas serão misturadas à água, se antes ou depois da fervura. Garanta que seu fitoterapeuta esclareça todas as suas dúvidas antes do fim da consulta.

Beba quente ou frio até 24 horas após o preparo. Depois disso, os princípios ativos do chá perdem a eficácia. Vale, sim, preparar a quantidade necessária para o seu dia: nesse caso, coloque o chá numa garrafa térmica ou numa jarra de vidro (nesse caso, leve à geladeira).

O ideal é nunca adoçar. Mas, se preferir, use 1 colher de chá de mel para uma xícara. JAMAIS use açúcar refinado ou adoçante, sob risco de perder todos os princípios ativos da erva e de quebra prejudicar o processo de desintoxicação do organismo.

Quer melhorar o sabor? A canela em pau dá um sabor especial ao chá, bastando colocá-la na água que será levada ao fogo.

(extraído da revista Mais Saúde, Ed. Abril)

1. PRIORIZE: o que é mais importante? Uma relação de tarefas vai ajudá-lo a fazer primeiro o que de fato interessa.

2. ORGANIZE: estabelecer metas, datas ou horários e também fazer os ajustes necessários na rotina são atitudes que contribuem para você ir até o fim.

3. FOQUE: quanto mais atenção você prestar no que estiver fazendo, maior a chance de ficar imerso por longos períodos na mesma atividade.

4. INSISTA: por mais que a mente fuja de vez em quando, a tendência é que ruídos e imagens levem mais tempo para roubar a atenção se você persistir.

5. DESCANSE: se a concentração for mesmo para o espaço, pare, respire e tente esvaziar a mente por alguns minutos antes de recomeçar.

6. DIVIRTA-SE: vale qualquer hobby ler, ver filmes, cozinhar , desde que você busque apenas relaxar em alguns momentos do dia.

7. EXERCITE-SE: sim, está provado que os praticantes regulares de atividades físicas têm muito mais disposição para se manter focados.

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